terça-feira, 19 de agosto de 2014

A FLOR DA ILHA

                                                               A  FLOR  DA  ILHA
                                                                                                          
   Era uma vez, numa noite de natal, uma garotinha que queria conhecer 
uma flor que crescia perto de uma cachoeira numa ilha bem grande,
Onde tinham muitas  árvores, frutas saborosas, flores de diferentes cores,
Animais e ETC.
  Nesta noite a menina pediu aos seus pais:
___Pai, Mãe! Neste natal eu quero ir para uma ilha chamada FLOR DO RIO.
   E os pais responderam:
___Tudo bem, amanhã pegaremos o avião para ir.
 No dia seguinte, eles arrumaram as coisas e foram para a ilha .
     Ao chegarem lá já foram construindo a sua casinha para dormir,
E depois eles foram curtir.
     A menina estava andando pela ilha quando final mente ela encontrou a cachoeira,
E atrás dela ela viu a flor que tanto queria achar.
O que ela não sabia era que a flor dava muita sorte a quem a tocasse primeiro,
A menina tocou a flor, e desde então só acontecia coisas boas para ela.
FIM.


A FLOR ADORADA

                                                                   A     FLOR     ADORADA

    Era uma vez, uma flor chamada Rosibella, ela estava largada na
Rua sem ninguém á pega-la, mas um dia, uma menina que gostava muito de flores
encontrou Rosibella no chão e a plantou no jardim de sua casa, e lá tinham várias
Flores.
  Mas duas flores eram fofoqueiras, invejosas e arrogantes. Então uma começou a contar para a outra:
___ Essa nova flor que chegou deveria tomar uma lição, ela é bem mais bonita que nós!
E a outra respondeu:
___É mesmo, então esta noite a gente vai tirar todas as suas pétalas!
   Então,á noite, elas foram andando até Rosibella.
Rosibella estava dormindo mas, no mesmo instante acordou e gritou!
Quando ela gritou, a menina apareceu e brigou com as duas flores más.
   Desde então as duas flores más nunca mais foram ruins com ninguém ,
As três flores ficaram amigas e viveram felizes para sempre.
FIM.
DENISE ROCHA DE ALMEIDA BARROS
IDADE: 10 ANOS
SÉRIE: 5º ANO











sábado, 8 de março de 2014

COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO- 3º ANO ESCOLA METHODIO DE GODOY LIMA

QUESTÃO 1 Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. In: Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 23.

Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça...
Sua igrejinha de uma torre só...
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem num segundo...
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!...
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha... Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar...
QUINTANA, Mário. A rua dos cataventos In: Poesia completa. Org. Tânia Franco Carvalhal. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006, p. 107.

Ao se escolher uma ilustração para esses poemas, qual das obras, abaixo, estaria de acordo com o tema neles dominante?






QUESTÃO 2




 
 
O alerta que a gravura acima pretende transmitir refere-se a uma situação que





 
QUESTÃO 3
 
 
Enem 2008
As florestas tropicais estão entre os maiores, mais diversos e complexos biomas do planeta. Novos estudos sugerem que elas sejam potentes reguladores do clima, ao provocarem um fluxo de umidade para o interior dos continentes, fazendo com que essas áreas de floresta não sofram variações extremas de temperatura e tenham umidade suficiente para promover a vida. Um fluxo puramente físico de umidade do oceano para o continente, em locais onde não há florestas, alcança poucas centenas de quilômetros. Verifica-se, porém, que as chuvas sobre florestas nativas não dependem da proximidade do oceano. Esta evidência aponta para a existência de uma poderosa "bomba biótica de umidade" em lugares como, por exemplo, a bacia amazônica. Devido à grande e densa área de folhas, as quais são evaporadores otimizados, essa "bomba" consegue devolver rapidamente a água para o ar, mantendo ciclos de evaporação e condensação que fazem a umidade chegar a milhares de quilômetros no interior do continente.
A. D. Nobre. Almanaque Brasil Socioambiental. Instituto Socioambiental, 2008, p. 368-9 (com adaptações).

As florestas crescem onde chove, ou chove onde crescem as florestas? De acordo com o texto,

QUESTÃO 4

 
Enem 2006
OS BENEFÍCIOS DO PEDÁGIO DENTRO DA CIDADE
A prefeitura de uma grande cidade brasileira pretende implantar um pedágio nas suas avenidas principais, para reduzir o tráfego e aumentar a arrecadação municipal. Um estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostra o impacto de medidas como essa adotadas em outros países.
CINGAPURA - Adotado em 1975, na área central de Cingapura, o pedágio fez o uso de ônibus crescer 15% e a velocidade média no trânsito subir 10 km por hora.
INGLATERRA - Desde 2003, cobra-se o equivalente a 35 reais por dia dos motoristas que utilizam as ruas do centro de Londres. A medida reduziu em 30% o número de veículos que trafegam na região.
NORUEGA - Em 1990, a capital, Oslo, instalou pedágio apenas para aumentar sua receita tributária. Hoje arrecada 70 milhões de dólares por ano com a taxa.
COREIA DO SUL - Desde 1996, a capital, Seul, cobra o equivalente a 4,80 reais por carro que passe por duas de suas avenidas, com menos de dois passageiros. A quantidade de veículos nessas avenidas caiu 34% e a velocidade subiu 10 quilômetros por hora.
Veja, 28/6/2006 (com adaptações).

Com base nessas informações, assinale a opção correta a respeito do pedágio nas cidades mencionadas.
 

QUESTÃO 5

 
Enem 2006
Com base em projeções realizadas por especialistas, preve-se, para o fim do século XXI, aumento de temperatura media, no planeta, entre 1,4oC e 5,8oC. Como conseqüência desse aquecimento, possivelmente o clima será mais quente e mais úmido bem como ocorrerão mais enchentes em algumas áreas e secas crônicas em outras. O aquecimento também provocara o desaparecimento de algumas geleiras, o que acarretara o aumento do nível dos oceanos e a inundação de certas áreas litorâneas. As mudanças climáticas previstas para o fim do século XXI

 

 
OBS.: Queridos alunos tentem responder sozinhos, ou seja, sem a ajuda da internet. O que importa é aprender e para isso é preciso seu esforço.
Segue ainda um vídeo sobre compreensão e interpretação de texto.
 
Abraços e nos vemos na próxima aula. 
 
 
Rita Jussara
 
 
 
 
 

 

 

 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

EXERCICIO PARA OS ALUNOS DO 3º ANO- ESCOLA METHODIO DE GODOY LIMA- PRE-MODERNISMO


“(…) esta aparência de cansaço ilude. Nada é mais surpreendedor do que vê-la desaparecer de improviso. Naquela organização combalida operam-se, em segundos, transmutações completas. Basta o aparecimento de qualquer incidente exigindo-lhe o desencadear das energias adormecidas. O homem transfigura-se.”
Assinale a frase que, retirada de Os sertões, sintetiza o trecho citado.
a) “é o homem permanentemente fatigado”.
b) “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”.
c) “a raça forte não destrói a fraca pelas armas, esmaga-a pela civilização”.
d) “Reflete a preguiça invencível (…) em tudo”.
e) “a sua religião é como ele — mestiça”.


Fragmento: Os sertões - Euclides da Cunha



Texto I

Então, a travessia das veredas sertanejas é mais exaustiva que a de uma estepe nua.
Nesta, ao menos, o viajante tem o desafogo de um horizonte largo e a perspectiva das planuras francas.
Ao passo que a caatinga o afoga; abrevia-lhe o olhar; agride-o e estonteia-o; enlaça-o na trama espinescente e não o atrai; repulsa-o com as folhas urticantes, com o espinho, com os gravetos estalados em lanças; e desdobra-se-lhe na frente léguas e léguas, imutável no aspecto desolado: árvores sem folhas, de galhos estorcidos e secos, revoltos, entrecruzados, apontando rijamente no espaço ou estirando-se flexuosos pelo solo, lembrando um bracejar imenso, de tortura, da flora agonizante . . .

Texto II

O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.A sua aparência, entretanto, ao primeiro lance de vista, revela o contrário. Falta-lhe a plástica impecável, o desempeno, a estrutura corretíssima das organizações atléticas.
[...]
Este contraste impõe-se ao mais leve exame. Revela-se a todo o momento, em todos os pormenores da vida sertaneja -- caracterizado sempre pela intercadência impressionadora entre extremos impulsos e apatias longas.

Texto III
Decididamente era indispensável que a campanha de canudos tivesse objetivo superior à função estúpida e bem pouco gloriosa de destruir um povoado dos sertões. Havia um inimigo mais sério a combater, em guerra mais demorada e digna. Toda aquela campanha seria um crime inútil e bárbaro, se não se aproveitassem os caminhos abertos à artilharia para uma propaganda tenaz, continua e persistente, visando trazer para o nosso tempo e incorporar à nossa existência aqueles rudes compatriotas retardatários. [...]
Canudos não se rendeu.
Fechemos este livro.
Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

( Fragmentos da obra Os Sertões de Euclides da Cunha, São paulo: Círculo do Livro, 1975)

Na Internet:




  1. De acordo o texto I, como é a natureza no lugar onde vive o sertanejo? Ela se mostra acolhedora ao homem?
  2. O texto II, ao descrever o sertanejo, apresenta como contraditória certos aspectos de sua constituição física e seu comportamento. Comente essa contradição.
  3. No 1º parágrafo do texto III, o autor crítica a guerra em si e afirma que outra “guerra mais demorada e digna” deveria ser travada. Qual é essa guerra?
  4. Identifique no texto II um trecho que comprove a influência de teorias raciais existente no começo do século XX.
  5. Os textos I, II e III são terchos, respectivamente, das três partes que constituem a obra Os Sertões: “ A terra”, “O homem” e “A luta”.por que se pode afirmar que a própria estrutura da obra revela uma concepção naturalista?

PRÉ-MODERNISMO

O Pré-Modernismo não pode ser considerado um escola literária, mas sim um período literário de transição do Realismo/Naturalismo para o Modernismo. De caráter inovador, a maioria de seus membros não se enquadra como Modernistas por não terem sobrevivido o suficiente para participar ou terem criticado o movimento.




Euclides da Cunha




Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha nasceu a 20 de janeiro de 1866 e morreu envolvido num grande escândalo familiar, assassinado em duelo pelo amante da esposa, a 15 de agosto de 1909. Se formou engenheiro militar em 1892, exerceu a função de engenheiro civil. Foi membro da ABL, do Instituto Histórico e catedrático em Lógica pelo Colégio Dom Pedro II. Viajou muito e escreveu Os Sertões pela experiência própria de ter testemunhado a Guerra de Canudos como correspondente jornalístico do Estado de São Paulo.
Positivista, por alguns autores é considerado um naturalista, mas seu estilo pessoal e inconformismo caracterizam-no como um pré-modernista. As passagens a seguir provém de Os Sertões, sendo cada uma de uma parte da obra.
"Ao passo que a caatinga o afoga; abrevia-lhe o olhar; agride-o e estonteia-o; enlaça-o na trama espinescente e não o atrai; repulsa-o com folhas urticantes, com o espinho, com os gravetos estalados em lanças; e desdobra-se lhe na frente léguas e léguas, imutável no aspecto desolado: árvores sem folhas, de galhos estorcidos e secos, revoltos, entrecruzados, apontando rijamente no espaço ou estirando-se flexuosos pelo solo, lembrando um bracejar imenso, de tortura, da flora agonizante..." Os Sertões - A Terra
"Porque não no-los separa um mar, separam-no-los três séculos..." Os Sertões - O Homem
"E volvendo de improviso às trincheiras, volvendo em corridas para os pontos abrigados, agachados em todos os anteparos [...] os triunfadores, aqueles triunfadores memorados pela História, compreenderam que naquele andar acabaria por devorá-los, um a um, o último reduto combatido. Não lhes bastavam seis mil Mannlichers e seis mil sabres; e o golpear de doze mil braços [...] ; e os degolamentos, e a fome, e a sede; e dez meses de combates, e cem dias de canhoneio contínuo; e o esmagamento das ruínas; e o quadro indefinível dos templos derrocados; e por fim, na ciscalhagem das imagens rotas, dos altares abatidos, dos santos em pedaços - sob a impassibilidade dos céus tranquilos e claros - a queda de um ideal ardente, a extinção absoluta de uma crença consoladora e forte..." Os Sertões - A Luta

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ATIVIDADE COM O TEXO: CIRCUITO FECHADO

Aula 2


Atividade 1


Você já parou para pensar nas imagens que você vê ao longo do dia?
Feche os olhos e tente reprisar as seguintes imagens:


• O que você vê a sua volta ao levantar de sua cama?


• Como é a imagem da sua casa: móveis, objetos, quadros, retratos, paredes e eletrodomésticos?


• Quando você sai de casa, o que vê pela frente?


• Como é o seu caminho até a escola?


• Ilustre as imagens mais importantes para você em sua casa e no percurso para a escola.


Atividade 2


a) Leia o texto a seguir e procure relacioná-lo com as suas lembranças:


Circuito fechado


Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha.
Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícaras e pires, prato, bule, talheres, guardanapos.
Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena.
Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projeto de filmes, xícaras, cartaz,
lápis, cigarro, fósforo, quadro negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapos, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dente, pasta, água. Mesa, poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos.
Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, copos, pratos, talheres, guardanapos. Xícara, cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama,
espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.



RAMOS, Ricardo, In: NETO, Antônio Gil. A produção de textos na escola. São Paulo: Loyola, 1993, p.82.



 b) Leia, em voz alta, o texto “Circuito Fechado” e pontue oralmente, com ênfase, cada passagem do texto.
Após a leitura, dê alguns instantes e tente identificar o assunto do texto de Ricardo Ramos.


Observe que o texto, a primeira vista, parece um bloco de palavras. Quando iniciamos a leitura, o texto estabelece sentido, pouco a pouco, e permite ao leitor a construção de algumas imagens mentais sobre as diferentes cenas e os objetos descritos.


c) Comente com um colega, em dupla, sobre quais foram as pistas (palavras ou expressões) que o ajudaram a compreender a seqüência de informações do texto. Discutam a respeito das diferentes observações.




d) Em seguida, explique para a turma: por que os seus conhecimentos prévios foram importantes para a compreensão do texto?

ATIVIDADE GESTAR II- LER PARA COMPREENDER

Aula 1

Ler para compreender


Atividade 1


Antônio é um garoto de 12 anos, que foi convidado para uma festa em sua escola, na qual estarão todos os seus colegas. Porém, no dia da festa, antes de sair de casa, ele sentiu-se mal, percebeu sua temperatura muito alta e constatou que estava com febre.
Antônio já sabia que remédio (antitérmico) deveria tomar, mas não lembrava a dosagem do medicamento. Como ele poderia descobrir a dose adequada para aquela situação?
Para se ter acesso às informações dos medicamentos, é necessária a leitura da bula de instrução, encontrada no interior das embalagens. No texto da bula, é possível localizar informações variadas sobre a medicação: composição química, posologia (dosagem), indicação, contra-indicação, cuidados especiais, efeitos colaterais,informações sobre o laboratório e a fabricação.

a) Observe o texto entregue pelo professor para a leitura em sala. A seguir, procure localizar o maior número de informações que você compreende e comente-as com o seu colega.


b) Agora que você já comentou as informações gerais do texto (composição, indicação, cuidados, posologia, contra-indicação), discuta com o colega sobre como vocês resolveriam o problema se estivessem no lugar de Antônio.


Assinalem no texto da bula as informações que vocês elegeram como essenciais ao usuário do medicamento e escrevam um bilhete para instruir o garoto Antônio, tanto na
leitura, como na busca de informações no texto que acompanha a medicação: a bula do
remédio.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Entenda a questão das biografias

STF vai julgar ação de inconstitucionalidade tendo como objetivo permitir a publicação de biografias sem autorização do biografado

Revista de História
  



  • Em 2007, a polêmica sobre as biografias já mostrava a que veio quando a biografia Roberto Carlos em detalhes, escrita por Paulo Cesar de Araújo, foi proibida de circular. Antes, ainda em 1995, o livro Estrela solitária – um brasileiro chamado Garrincha, de Ruy Castro, também enfrentou problemas – não com o próprio jogador, morto em 1983, mas com seus herdeiros, que sentiram a imagem do atleta tinha sido manchada com a exposição dos seus problemas com álcool. Após um “volumoso acordo”, como explica o editor do livro, Luiz Schwarz, “nem a capa ou muito menos o conteúdo voltou a preocupar as herdeiras”.
    Agora, um grupo de artistas, entre eles o próprio Roberto Carlos, mas também Caetano Veloso, Djavan, Chico Buarque e Gilberto Gil, veio a público pedir mais proteção à privacidade dos personagens principais desses livros. Atualmente, o Código Civil brasileiro permite livros e filmes biográficos somente com autorização do personagem ou de sua família, no caso de pessoas mortas.
    Se for entendido por eles que houve dano à honra em uma publicação, é possível recorrer à Justiça e tirá-la de circulação. Essa decisão judicial levou a Associação Nacional de Editores de Livros a propor ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação intitulada Ação Direta de Inconstitucionalidade, tendo como objetivo permitir a publicação de biografias sem autorização do biografado. Nos dias 20 e 21, haverá uma audiência pública no STF, em que a ministra do Supremo Cármen Lúcia quer reunir representantes de ambos os lados interessados para um debate, antes de tomar sua decisão.

TEMPOS MODERNOS E TEMPO DE AMOR- Atividade de língua portuguesa.

Tempos Modernos
LULU SANTOS
 
Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima do muro
de hipocrisia que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda a satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
E que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer mais sim do que não
Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte amor
Vamos viver tudo o que há prá viver
Vamos no permitir

Tempo de amor
Vinícius de Moraes

Ah, bem melhor seria
Poder viver em paz
Sem ter que sofrer
Sem ter que chorar
Sem ter que querer
Sem ter que se dar
Mas tem que sofrer
Mas tem que chorar
Mas tem que querer
Pra poder amar
Ah, mundo enganador
Paz não quer mais dizer amor
Ah, não existe
Coisa mais triste que ter paz
E se arrepender
E se conformar
E se proteger
De um amor a mais
O tempo de amor
É tempo de dor
O tempo de paz
Não faz nem desfaz
Ah, que não seja meu
O mundo onde o amor morreu
 


 
A)Depois da primeira leitura, volte e sublinhe a palavra TEMPO todas as vezes que aparecer nos textos 1 e 2.


B)Identifique, com os colegas, quais os sentidos atribuídos à palavra TEMPO nos textos 1 e 2:

C)Observe como os autores escreveram sobre o mesmo tema de forma diferente, cada um a sua maneira.



D)Discuta com o grupo sobre as semelhanças e as diferenças que você pôde perceber na estrutura dos textos 1 e 2 quanto à forma, ao vocabulário, à clareza, à rima das palavras e à beleza do texto.



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A ponte. (Emocionante) - Um dos melhores vídeos que já recebi!

Animação - O que a Tv faz com as pessoas...

A Pequena Vendedora de Fósforos





Proposta de atividade:
Passe este texto para o papel 40 ou cartolina, as palavras que faltam devem ser escritas nos espaços.




                      A Pequena Vendedora de ______________________

 

Fazia um__________________ terrível; caía a _________                e estava quase ___________________   ; a noite descia: a última noite do ano.  Em meio ao frio e à escuridão uma pobre___________________________, de pés no chão e cabeça descoberta, caminhava pelas____________ .          Quando saiu de casa trazia chinelos; mas de nada adiantavam, eram chinelos tão grandes para seus pequenos________________, eram os antigos chinelos de sua_______________________________.
           A menininha os perdera quando escorregara na estrada, onde duas carruagens passaram terrivelmente____________________, sacolejando. 

Um dos chinelos não mais foi encontrado, e um menino se apoderara do outro e fugira___________________________.
           Depois disso a menininha caminhou de pés _________________- já vermelhos e roxos de frio.  Dentro de um velho avental carregava alguns _________________, e um feixinho deles na mão.  Ninguém lhe comprara nenhum naquele dia, e ela não ganhara sequer um níquel. 

Tremendo de ______________________, lá ia quase de rastos a pobre menina, verdadeira imagem da ________________
           Os flocos de neve lhe cobriam os longos ____________________, que lhe caíam sobre o pescoço em ___________________ cachos; mas agora ela não __________________ nisso. Luzes brilhavam em todas as janelas, e enchia o ar um delicioso cheiro de ganso assado, pois era véspera de _________________. Sim: nisso ela pensava!
          Numa esquina formada por duas ____________, uma das quais avançava mais que a outra, a menininha ficou _________________; levantara os pés, mas sentia um frio ainda maior.  Não ousava voltar para casa sem vender sequer um fósforo e, portanto sem levar um único __________________.
          O pai naturalmente a espancaria e, além disso, em casa fazia frio, pois nada tinham como abrigo, exceto um ____________ onde ______________ assobiava através das frinchas maiores, tapadas com _______________________.

Suas mãozinhas estavam ____________ de frio. Ah! bem que um fósforo lhe faria bem, se ela pudesse tirar só um do embrulho, ______________________ na parede e aquecer as mãos à sua luz!  Tirou um: ___________ O fósforo lançou _____________, acendeu-se.
         Era uma cálida chama ________________; parecia uma vela pequenina quando ela o abrigou na mão em concha... Que luz _____________________________ Com aquela chama acesa a menininha ______________________ que estava sentada diante de um grande fogão polido, com lustrosa base de cobre, assim como a coifa.
Como o fogo ardia! Como era confortável!
        Mas a pequenina chama se ____________________, o fogão desapareceu, e ficaram-lhe na mão apenas os restos do fósforo queimado. Riscou um segundo __________________.
         Ele ardeu, e quando a sua _____________ caiu em cheio na parede ela se tornou _____________________ como um véu de gaze, e a menininha pôde enxergar a sala do outro lado.

Na mesa se estendia uma ____________ branca como a neve e sobre ela havia um brilhante serviço de jantar. O ganso assado fumegava maravilhosamente, recheado de maçãs e ameixas pretas. Ainda mais maravilhoso era ver o ganso saltar da travessa e sair bamboleando em sua direção, com a faca e o garfo espetados no peito!
Então o fósforo se apagou, deixando à sua frente apenas a ________________áspera, úmida e fria.
       Acendeu outro fósforo, e se viu sentada debaixo de uma linda árvore de ________________. Era maior e mais enfeitada do que a árvore que tinha visto pela porta de vidro do rico negociante.                  Milhares de velas ardiam nos verdes ramos, e cartões coloridos, iguais aos que se vêem nas papelarias, estavam voltados para ela. A menininha espichou a mão para os cartões, mas nisso o fósforo apagou-se. As _________________ do Natal subiam mais altas. Ela as via como se fossem estrelas no ________: uma delas caiu, formando um longo rastilho de fogo.
    "Alguém está morrendo", pensou a menininha, pois sua ______________________, a única pessoa que amara e que agora estava morta, lhe dissera que quando uma estrela caia, uma alma subia para Deus.
         Ela riscou outro fósforo na parede; ele se acendeu e, à sua luz, a avozinha da menina apareceu clara e luminosa, muito linda e terna.
- Vovó! - exclamou a criança.
- Oh! leva-me contigo!
Sei que desaparecerás quando o fósforo se apagar!
         Dissipar-te-ás, como as cálidas chamas do fogo, a comida fumegante e a grande e maravilhosa árvore de Natal!  E rapidamente acendeu todo o feixe de fósforos, pois queria reter diante da vista sua ________________ vovó. E os fósforos brilhavam com tanto fulgor que iluminavam mais que a luz do _____________. Sua avó nunca lhe parecera grande e tão bela. Tomou a menininha nos braços, e ambas voaram em luminosidade e alegria acima da terra, subindo cada vez mais ___________ para onde não havia frio, nem fome, nem preocupações - subindo para ______________.
           Mas na esquina das duas casas, encostada na parede, ficou sentada a pobre menininha de rosadas faces e boca sorridente, que a morte enregelara na derradeira noite do ano velho.
O sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver.
A criança lá ficou, paralisada, um feixe inteiro de fósforos queimados. - Queria aquecer-se - diziam os passantes.
        Porém, ninguém imaginava como era belo o que estavam vendo, nem a glória para onde ela se fora com a avó e a ___________________________que sentia no dia do Ano ­Novo.

 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

EXERCICIOS SOBRE CONJUNÇÃO

10 EXERCÍCIOS DE CONJUNÇÕES PARA CONCURSO (COM GABARITO)
10 Exercícios de Conjunções para Concurso (Com Gabarito)
1. (CESGRANRIO – 2011 – FINEP – Técnico – Suporte Técnico) Considere a sentença abaixo.
Mariza saiu de casa atrasada e perdeu o ônibus. As duas orações do período estão unidas pela palavra “e”, que, além de indicar adição, introduz a ideia de
a) oposição
b) condição
c) consequência
d) comparação
e) união
2. (FCC – 2012 – TCE-AP – Técnico de Controle Externo) Preços mais altos proporcionam aos agricultores incentivos para produzir mais, o que torna mais fácil a tarefa de alimentar o mundo. Mas eles também impõem custos aos consumidores, aumentando a pobreza e o descontentamento. (início do 2o parágrafo)
A 2a afirmativa introduz, em relação à 1a , noção de
a) condição.
b) temporalidade.
c) consequência.
d) finalidade.
e) restrição.
3. (FUNCAB – 2010 – SEJUS-RO – Contador) Releia-se o que escreve Beccaria:
“Contudo, se o roubo é comumente o crime da miséria e da aflição, se esse crime apenas é praticado por essa classe de homens infelizes, para os quais o direito de propriedade (direito terrível e talvez desnecessário) apenas deixou a vida como único bem, [.......] as penas em dinheiro contribuirão tão-somente para aumentar os roubos, fazendo crescer o número de mendigos, tirando o pão a uma família inocente para dá-lo a rico talvez criminoso.” (parágrafo 5)
A palavra ou locução que, usada no espaço entre colchetes deixado no período, fortalece a conexão lógica entre as orações adverbiais condicionais e o que ele afirma a seguir é:
a) inclusive.
b) além disso.
c) então.
d) por outro lado.
e) mesmo.
4. (FGV – 2010 – DETRAN-RN – Assessor Técnico – Contabilidade) “… e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a memória fraca”; a oração grifada traz uma ideia de:
a) Causa.
b) Consequência.
c) Condição.
d) Conformidade.
e) Concessão.
5. (FUMARC – 2011 – PRODEMGE – Analista de Tecnologia da Informação) No trecho “Ao tempo de Pilatos e de James Joyce, a linguagem virtual estava longe”. Mas, além da realidade física, da palavra impressa, ela servia de símbolo da identidade e da perenidade da comunicação”.
Os termos negritados acima têm, respectivamente, a equivalência de
a) adversidade – causa – tempo.
b) consequência – tempo – adversidade.
c) tempo – adversidade – adição.
d) adição – adversidade – tempo.
6. (COPEVE-UFAL – 2010 – CASAL – Advogado) Em qual período o se é uma conjunção integrante?
a) “Paraquedista se prepara para romper a barreira do som com salto da estratosfera.”
b) “Um tecido comum pegaria fogo se fosse exposto diretamente a essa radiação.”
c) “Sabe-se também que a alimentação materna pode ter impacto na chance de a criança vir a desenvolver câncer.”
d) “Marilyn Monroe morreu aos 36 anos de forma trágica, vítima de uma overdose de medicamentos que até hoje não se sabe se foi intencional, acidental ou provocada por alguma misteriosa conspiração política.”
e) “Não fale rápido demais. Se sua dicção não for boa, ninguém irá entender o que você diz.”
7. (CONSULPLAN – 2006 – INB – Analista de Sistemas) “Já a produção de petróleo não é suficiente para atender à demanda, embora a dependência externa no setor tenha conhecido…” O termo “embora”, nesse fragmento, estabelece relação lógico-semântica de:
a) Condição.
b) Adição.
c) Conformidade.
d) Concessão.
e) Tempo.
8. (CONSULPLAN – 2010 – Prefeitura de Congonhas – MG – Técnico de Laboratório – Informática)
“- Pois é, não jogo futebol, mas tenho alma de artilheiro…” a palavra destacada anteriormente exprime ideia de:
a) Escolha.
b) Contraste, oposição.
c) Finalidade.
d) Explicação.
e) Soma, adição.
9. (NCE-UFRJ – 2010 – UFRJ – Contador) “Dicas para acelerar sem perder o ritmo”. Nessa frase, os dois conectivos sublinhados indicam, respectivamente:
a) direção e negação;
b) comparação e ausência;
c) finalidade e concessão;
d) modo e condição;
e) movimento e modo.
10. (FUMARC – 2011 – Prefeitura de Nova Lima – MG – Procurador Municipal) No Texto lê-se: “A língua que falamos é um bem, se considerarmos “bens” “as coisas úteis ao homem”.
O termo negritado, segundo Cunha e Cintra (2009), tem o valor de um (a):
a) construção linguística que apresenta relação causal.
b) sintagma com sentido opinativo, que apresenta uma relação comparativa.
c) conectivo com valor de condição, pois indica uma hipótese.
d) vocábulo gramatical, que serve para adicionar uma idéia a outra.
GABARITO
1. C
2. E
3. C
4. E
5. C
6. D
7. D
8. B
9. C
10. C

terça-feira, 2 de abril de 2013